terça-feira, maio 19, 2009

DEZ MANDAMENTOS DO FUTURO JORNALISTA

1. O domínio da língua portuguesa é requisito básico na profissão. Habitue-se a ler diariamente jornais, revistas e livros e a manter-se atualizado com os demais meios de comunicação.
2. Prepare-se para passar alguns sábados e domingos dentro de uma redação ou na rua apurando uma matéria. A notícia não cumpre agenda e precisa ser divulgada todos os dias, sem descanso.
3. Saiba que o trabalho em equipe é importante na profissão. Ouça o que as pessoas têm a dizer, aprenda com os mais velhos e respeite os mais jovens. O jornalismo é uma carreira dinâmica, e nada melhor do que construir uma sólida rede de contatos.
4. Nem o melhor dos jornalistas sabe tudo de todos os assuntos. Seja humilde e, em dúvida, não tenha vergonha de perguntar.
5. Domine as ferramentas básicas de informática e aprenda um ou mais idiomas, em especial o inglês.
6. Descubra "quem é quem" na área; mais do que isso, saiba construir sua rede de relacionamento, sua network, importante em qualquer carreira, principalmente na área de comunicação.
7. Seja curioso, busque novos conhecimentos e amplie seus horizontes. Um bom jornalista tem na bagagem um vasto repertório de informações.
8. Seja ético e honesto em seu trabalho, pois só assim conseguirá o respeito e a credibilidade que o distinguirão na carreira.
9. Procure especializar-se numa área pela qual você tenha interesse genuíno.
10. Valorize a vida acadêmica e desenvolva senso crítico para ingressar e permanecer no mercado de trabalho.

Fonte: Série profissões “Jornalista” - Autor: Publifolha - Editora: Publifolha

terça-feira, maio 12, 2009

Por que a dissonância cognitiva relativiza a valoração ética do receptor?

Estudar a persuasão em função da sua relação com a personalidade tem a vantagem de sublinhar a necessidade de se centrar a atenção no receptor quando o que está em causa é tentar perceber o que leva à modificação das atitudes. Mas a compreensão global dos mecanismos que asseguram tal modificação, requer a consideração de diferentes perspectivas de análise. Daí o recurso a outras estratégias de abordagem, como a estratégia da motivação e a das respostas cognitivas.
Relativamente à primeira, o maior relevo vai para a famosa Teoria da dissonância cognitiva, de Festinger (1957), que procura dar conta do processo de modificação das atitudes, numa perspectiva internalista que vai muito para além das determinações da personalidade. Festinger descreve a dissonância como sendo essencialmente um estado de motivação que fornece energia e direção ao comportamento.
Isto é, a dissonância cognitiva faz aparecer uma atividade orientada para a redução ou eliminação dessa dissonância e o sucesso na sua redução ou anulação é a recompensa, no mesmo sentido em que o é, igualmente, o comer quando se está com fome. Dito de outro modo, se detectamos alguma incoerência nas nossas atitudes ou crenças ou comportamento, experimentamos um certo estado de desassossego (dissonância cognitiva) que se converte num impulso dirigido para a reposição do nosso equilíbrio psicológico. Logo, para reduzirmos ou anularmos essa dissonância cognitiva temos que fazer algo.O que a teoria das respostas cognitivas sustenta, é que este tipo de cognições eleitas pela pessoa no momento em que recebe a mensagem, determinarão a intensidade e a direção da modificação de atitude produzida. Logo, na medida em que a comunicação evoque respostas cognitivas de apoio (pró-argumentos ou pensamentos favoráveis), a pessoa tenderá a concordar e a aderir ao conteúdo da mensagem. Se tais respostas cognitivas forem antagônicas (contra-argumentos ou pensamentos desfavoráveis) a tendência será para discordar da mensagem.

(São Paulo, 1.ª Epístola aos Coríntios, cap. 14, 11, 14, 16 e 17)

"Se não entendo o que significam as palavras, eu serei bárbaro para aquele com quem falo, e aquele que me fala será para mim bárbaro. Se oro numa língua que não entendo, meu coração ora, mas minha inteligência está sem fruto. — Se não louvais a Deus senão de coração, como um homem, entre aqueles que não entendem senão sua própria língua, responderá amém, ao final da vossa ação de graças, uma vez que ele não entende o que dizeis? Não é que vossa ação não seja boa, mas os outros dela não estão edificados.”

Manuscritos do Mar Morto

Céus e terra obedecerão a seu messias e tudo que nele está. Ele não se desviará dos mandamentos dos santos. Fortalecei-vos em seu serviço, vós que buscais o Senhor. Não encontrareis o Senhor nisto, vós que esperais pacientemente em vossos corações? Pois o Senhor visitará os piedosos e aos justos ele chamará pelo nome. Sobre os mansos seu espírito pairará, e os fiéis ele restaurará por seu poder. Ele glorificará os piedosos no trono do reino do ETERNO. Ele libertará os cativos, dará vista aos cegos, levantará os oprimidos. [...] Curará os enfermos, ressuscitará os mortos e aos mansos anunciará boas novas.

Trecho do manuscrito encontrada em 1947 numa caverna do distrito de Wadi Qumran, na ribanceira ocidental do mar Morto, em pleno deserto da Judéia.

Homenagem a Lima Barreto

A glória das letras só as tem, quem a elas se dá inteiramente; nelas, como no amor, só é amado quem se esquece de si inteiramente e se entrega com fé cega.

SEMEIA SEMPRE

No campo do mundo tu és um semeador.
Não podes fugir à responsabilidade de semear. Não digas que o solo é áspero, que chove amiúde, que o sol queima ou que a semente não serve. Não é tua função julgar a terra e o tempo, tua missão é semear.

A semente é abundante! Um pensamento, um sorriso, uma promessa de alento, um aperto de mão, um conselho, um pouco d'água, são sementes que germinam facilmente.
Não semeies, porém, descuidadamente como quem cumpre uma missão desagradável! Semeia com interesse, com amor, com atenção, como quem encontra nisso o motivo central de sua felicidade!
E ao semear não penses, quanto me darão? Quanto demorará a colheita?

Recorda que não semeias para enriquecer aguardando o ganho multiplicado; semeias porque não podes estar inativo, porque não podes viver sem dar, porque não podes servir a Deus sem servir aos demais!

És dono de ti mesmo, da vida e do universo. Tua semente, pois, não cairá no vazio. Sem esperar recompensa, receberás recompensa, sem esperar riquezas, enriquecerás; sem pensar em colheita, teus bens se multiplicarão. E tudo porque semeias num reino onde dar é receber, onde perder a vida é encontrá-la, onde gastar servindo, é aumentar.

Semeia sempre, em todo terreno em todo tempo, a boa semente, com amor, com interesse, como se estivesses semeando o próprio coração!

Sê, pois, um semeador.

A lei de Pogson

O astrônomo britânico Normam Pogson desenvolveu um modelo matemático preciso para classificação de magnitudes estelares do brilho das estrelas, ou seja, quão brilhante uma estrela aparece sem qualquer correção feita em relação à sua distância.
Segundo a Equação de Pogson a escala de magnitudes é uma relação logarítmica tal que uma diminuição sucessiva de uma unidade em magnitude representa um aumento no brilho aparente por um fator de 2,512. Deste modo uma diferença de 5 magnitudes corresponde a um aumento de 100 vezes no brilho.
A magnitude visual ou magnitude aparente, representada pela letra m, é definido por aumentos decimais de magnitude para refinar a escala existente de apenas magnitudes inteiras, segundo a qual a diferença de magnitude entre duas estrelas seria igual a 2,5 vezes o logaritmo decimal do inverso da relação de seus brilhos.
Por exemplo, uma estrela muito brilhante seria de primeira magnitude, estrelas menos brilhantes do que esta seriam de segunda magnitude e assim por diante. Nesta escala, Sirius, a 8,6 anos-luz de distância à Terra, têm magnitude -1.58, o Sol é uma estrela de magnitude -26.91, a Vega, a 25 anos-luz da Terra, +0,03m, a Próxima Centauri, +11,05m, e a Lua cheia tem uma magnitude aparente de -12,6m

Norman Robert Pogson
1829 - 1891

Prospectus (Ralph Waldo Emerson)

  O homem é o olmo e a riqueza a vinha; Sóbrias e fortes, enroscam-se as gavinhas: Embora os frágeis aneizinhos te iludam, A vinha não ...