quinta-feira, março 25, 2021

Teoria dos checks and balances

As bases para a teoria da tripartição de Poderes foram inauguradas pelo filósofo grego Aristóteles na obra “A Política”, na qual descreve a existência de três funções distintas exercidas pelo poder soberano, sendo uma função de editar normas gerais a serem observadas por todos, outra de aplicar essas normas ao caso concreto (executar) e ainda uma função de julgamento, dirimindo os conflitos gerados pela execução das normas gerais nos casos concretos.

No século XVIII, a partir das ideias de Aristóteles, o iluminista francês Montesquieu, no livro “O Espírito das Leis”, desenvolveu a teoria da separação dos Poderes e prevê a autonomia deles como pressuposto para o Estado Democrático.

Os Poderes são dinâmicos e não estáticos quanto ao seu exercício. Para assegurar a harmonia e a interdependência entre eles, Montesquieu concebeu a teoria dos freios e contrapesos, garantindo que nenhum poder se sobreponha ao outro, ou seja, é uma limitação do poder pelo poder. Para coibir possíveis excessos nos limites e competências de qualquer um dos poderes, a ação fiscalizadora será exercida pelo Poder Judiciário.
O Sistema de Freios e Contrapesos ou checks and balances consiste no controle do poder pelo próprio poder, sendo que cada Poder teria autonomia para exercer sua função, mas seria controlado pelos outros poderes. Isso serviria para evitar que houvesse abusos no exercício do poder por qualquer dos Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário)


segunda-feira, março 22, 2021

Sobre robôs e rabos

O termo robô foi cunhado pelo pintor e poeta checo Josef Capek. Robota significa trabalho forçado em sérvio – sua raiz é rab, escravo.

Testamento de Heiligenstadt - Ludwig van Beethoven.

 ...Recomendai a vossos filhos a virtude. Só ela poderá dar a felicidade, não o dinheiro, digo-vos por experiência própria. Só a virtude me levantou de minha miséria. Só a ela e à minha arte devo não ter terminado em suicídio os meus pobres dias. Adeus e conservai-me vossa amizade.


Testamento de Heiligenstadt, 6 de outubro de 1802.

Ludwig van Beethoven.

Ode à Alegria

Alegria bebem todos os seres

No seio da Natureza:

Todos os bons, todos os maus,

Seguem seu rastro de rosas.

Ela nos deu beijos e vinho e

Um amigo leal até à morte;

Deu força para a vida aos mais humildes

E ao querubim que se ergue diante de Deus!— O texto é uma adaptação do poema de Friedrich Schiller, "Ode à Alegria" (9ª sinfonia), feita pelo próprio Ludwig van Beethoven

Coaching - Treino para vida

Nosso maior medo não é sermos inadequados. Nossos maiores medos são o de sermos poderosos além da conta. É nossa luz e não nossa obscuridade que mais nos apavora. Ser pequeno não serve ao mundo. Não há nada de sábio em se encolher para que as outras pessoas não se sintam inseguras ao seu redor. Nós todos fomos feitos para brilhar como as crianças. Não está apenas em alguns de nós. Está em todos. E na medida em que deixarmos nossa luz brilhar nós inconscientemente damos às outras pessoas a permissão para fazer o mesmo na medida que nos liberamos do nosso medo. Nossa presença automaticamente libera os outros. 

Redenção

Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. Romanos 3:10

A Bíblia nos fala em Romanos 3:23 que todos pecaram e por isso estão destituídos da glória de Deus. Isso significa que nós ficamos separados de Deus, pois Ele é santo e não pode conviver com o pecado.


Por isso, todos precisamos de redenção, ou seja, precisamos de salvação, porque sozinhos não conseguimos nos livrar das amarras do pecado. Mas Deus, no Seu infinito amor e incomparável misericórdia, enviou o Seu próprio Filho para nos salvar.


É por isso que Jesus é considerado o nosso Redentor, pois Ele salva do pecado todo aquele que aceita o Seu sacrifício na cruz.


Teoria da análise completa do comportamento

Segundo o biólogo Nobel de fisiologia de 1973 Nikolaas Tinbergen em 1963, propôs que em primeiro lugar deve-se observar e descrever o comportamento, caracterizando o repertório comportamental ou etograma(diagrama do comportamento animal) ; posteriormente, uma análise completa do comportamento deve ser feita com bases nas análises causal, ontogenética, filogenética e funcional.


A análise causal é feita através do estabelecimento de uma relação entre um determinado comportamento com uma condição antecedente, sendo estudados os estímulos externos responsáveis pelo comportamento e os mecanismos motivacionais internos;

A análise ontogenética (A ontogenia diz respeito à origem e ao desenvolvimento de um organismo) envolve uma relação do comportamento com o tempo, estando o interesse voltado para o processo de diferenciação e de integração dos padrões 

comportamentais no curso do desenvolvimento de um indivíduo jovem;

A análise filogenética, (filogenética é o estudo da história evolutiva e das relações entre indivíduos ou grupos de organismos) por sua vez, estuda a história do comportamento no curso da evolução da espécie;

Por último, a análise funcional estabelece uma relação entre um determinado comportamento e mudanças que ocorrem no ambiente circundante ou dentro do próprio indivíduo.

O Teorema da Incompletude de Gödel

O Teorema da Incompletude de Gödel diz:

“Qualquer coisa em que você pode desenhar um círculo ao redor não pode ser explicada por si mesma sem se referir a algo fora do círculo – algo que você tem que assumir mas não pode provar.”

Se a afirmação fosse mesmo falsa, isso significaria que pode ser provada. Mas nós sabemos que ela não pode. Afinal, a afirmação diz “esta afirmação não pode ser provada”.Se ela não pode ser provada, então não pode ser falsa. Portanto, só pode ser verdadeira. 

Expresso em Linguagem Formal:

O teorema de Gödel diz: “Qualquer teoria efetivamente gerada capaz de expressar aritmética elementar não pode ser tanto consistente quanto completa. Em particular, para qualquer teoria formal consistente e efetivamente gerada que prova certas verdades aritméticas básicas, existe uma afirmação aritmética que é verdadeira, mas que não pode ser provada em teoria.”


AMOR


“Sua tarefa não é buscar amor,

mas meramente buscar e encontrar

dentro de si mesmo,

todas as barreiras que você ergueu contra ele.”

Rumi

Pascal. "O homem como ser do meio"

 ...O homem está em relação com tudo o que conhece. Tem necessidade de espaço que o contenha, de tempo para durar, de movimento para viver, de elementos e calor que o nutram, de ar para respirar; vê a luz, percebe os corpos, enfim tudo se alia a ele próprio. Para conhecer o homem, portanto, mister se faz saber de onde vem o fato de precisar de ar para subsistir; e para conhecer o ar é necessário compreender donde provém essa sua relação com a vida do homem, etc. A chama não subsiste sem o ar; o conhecimento de uma coisa liga-se, pois, ao conhecimento de outra. E como todas as coisas são causadoras e causadas, auxiliadoras e auxiliadas, mediatas e imediatas, e todas se acham presas por um laço natural e insensível que une as mais afastadas e diferentes, estimo impossível conhecer as partes sem conhecer o todo, bem como conhecer o todo sem entender particularmente as partes(B.72; L.199). Pascal. "O homem como ser do meio"

Nessun Dorma (Ninguém durma)

Dilegua, o notte!

Tramontate, stelle!

Tramontate, stelle!

All'alba vincerò!

Vincerò, vincerò!



Desvencilhe, a noite!

Desapareçam, estrelas!

Desapareçam, estrelas!

Ao alvorecer eu vencerei!

Vencerei, vencerei!


Tudo o que é sólido desmancha no ar

Logo depois de terminado este livro, meu filho bem-amado, Marc, de cinco anos, foi tirado de mim. A ele eu dedico Tudo o que é sólido desmancha no ar. Sua vida e sua morte trazem muitas das idéias e temas do livro para bem perto: no mundo moderno, aqueles que são mais felizes na tranqüilidade doméstica, como ele era, talvez sejam os mais vulneráveis aos demônios que assediam esse mundo; a rotina diária dos parques e bicicletas, das compras, do comer e limpar-se, dos abraços e beijos costumeiros, talvez não seja apenas infinitamente bela e festiva, mas também infinitamente frágil e precária; manter essa vida exige talvez esforços desesperados e heróicos, e às vezes perdemos. Ivan Karamazov diz que, acima de tudo o mais, a morte de uma criança lhe dá ganas de devolver ao universo o seu bilhete de entrada. Mas ele não o faz. Ele continua a lutar e a amar; ele continua a continuar.

O Grande Inquisidor, Os Irmãos Karamázov, de Fiódor Dostoiévski.

 Na parábola do personagem Ivan Karamázov, O Grande Inquisidor, capítulo de Os Irmãos Karamázov, de Fiódor Dostoiévski. 

Para o Grande Inquisidor, a liberdade é um fardo para o homem, que prefere se submeter a outrem a carregar o peso e os tormentos de ser responsável pelas suas livres decisões, e trocá-la por garantias e por uma promessa de felicidade. Cristo, por sua vez, quer a liberdade, o amor e a fé dos homens por sua livre e espontânea vontade. No entanto, não existe liberdade verdadeira sem que se permita a possibilidade do mal em oposição ao bem. Ivan Karamázov entende essa liberdade como uma brecha para infligir sofrimento ao homem e se recusa a aceitar o sofrimento e o sacrifício para entender o significado da vida como expiação dos pecados.

C. S. Lewis, "O Peso da Glória"

 "Somos criaturas medíocres, correndo atrás de álcool, sexo e ambições; desprezando a alegria infinita que nos é oferecida, como uma criança ignorante que prefere continuar fazendo castelos na lama, porque não consegue imaginar a alegria de passar um feriado na praia. Nos contentamos com muito pouco."


C. S. Lewis, "O Peso da Glória"


Prospectus (Ralph Waldo Emerson)

  O homem é o olmo e a riqueza a vinha; Sóbrias e fortes, enroscam-se as gavinhas: Embora os frágeis aneizinhos te iludam, A vinha não ...