O homem é o olmo e a riqueza a vinha;
Sóbrias e fortes, enroscam-se as gavinhas:
Embora os frágeis aneizinhos te iludam,
A vinha não pode privar-se de nenhum de seus rizomas.
Não temas, portanto, fraca criança,
Não há deus que se atreva a prejudicar um ser inofensivo.
Coroas de louros aferram-se ao mérito,
E poder àquele que exerce o poder;
Não tens teu quinhão? Em pés alados,
Vê! ele corre ao teu encontro;
E tudo que a Natureza te deu,
Flutuando no ar ou confinado na pedra,
Fenderá os montes e singrará os mares
E, como tua sombra, te seguirá.